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Neste dia

O Alves

Neste dia

Agrupamento de Escolas Alves Redol

Contexto e caracterização geral do Agrupamento

Memória coletiva

Como consequência da publicação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 44/2010 de 14 de Junho e conforme proposta da DRELVT, que mereceu a concordância do Sr. Secretário de Estado da Educação em 1 de Julho de 2010, foi a Escola Secundária de Alves Redol (ESAR) agregada ao anterior Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz (AEVM), com efeitos a partir de 1 de Agosto de 2010, passando a ser a Escola-Sede do novo agrupamento. Posteriormente a designação do agrupamento foi alterada para a atualmente existente, Agrupamento de Escolas Alves Redol, Vila Franca de Xira (AEAR).

O Agrupamento de Escolas Alves Redol integra oito unidades orgânicas, a saber: Jardim de Infância Vila Franca de Xira – Nº 1 (JI da Quinta da Grinja), Jardim de Infância Vila Franca de Xira – Nº 2 (JI João de Deus), Jardim de Infância de Povos, Escola Básica 1 Vila Franca de Xira Nº 2 (EB 1 Quinta da Grinja), Escola Básica 1 de Povos, Escola Básica 1 Álvaro Guerra, Escola Básica Dr. Vasco Moniz e Escola Secundária de Alves Redol (com 3º Ciclo do Ensino Básico, e Escola Sede).
 
O Agrupamento de Escolas Alves Redol integra oito unidades orgânicas, a saber: Jardim de Infância Vila Franca de Xira – Nº 1 (JI da Quinta da Grinja), Jardim de Infância Vila Franca de Xira – Nº 2 (JI João de Deus), Jardim de Infância de Povos, Escola Básica 1 Vila Franca de Xira Nº 2 (EB 1 Quinta da Grinja), Escola Básica 1 de Povos, Escola Básica 1 Álvaro Guerra, Escola Básica Dr. Vasco Moniz e Escola Secundária de Alves Redol (com 3º Ciclo do Ensino Básico, e Escola Sede).
 
Contexto físico e social
 
“Vila Franca, terra de touros e toureiros” - expressão popular dedicada a Vila Franca de Xira - é uma cidade com uma identidade muito própria. Situada a cerca de duas dezenas de quilómetros de Lisboa, mantém um ritmo de vida caracterizado pelas componentes urbana e rural. É considerada uma terra tradicionalmente ligada aos cavalos e aos touros.
 
Elevação da sede do município a cidade em 28/06/1984 - Publicada no Diário da República, III Série de 27/06/2001
Brasão da Cidade Bandeira da Cidade


Vila Franca de Xira pertence ao distrito de Lisboa e compreende 11 freguesias (Alhandra, Alverca do Ribatejo, Cachoeiras, Calhandriz, Castanheira do Ribatejo, Forte da Casa, Póvoa de Santa Iria, São João dos Montes, Sobralinho, Vialonga e Vila Franca de Xira).

Terra de vastas planícies a perder de vista, cortada pelo rio Tejo, que ali começa a alargar o seu estuário, centro por excelência da festa brava e pátria dos tradicionais campinos, o concelho de Vila Franca de Xira não é particularmente rico em edifícios ou monumentos de outras épocas, embora possua igrejas de considerável interesse e algumas outras antiguidades quinhentistas e renascentistas.

Esta nossa Vila Franca de Xira é uma terra de tradições com uma riqueza histórica invejável. Sofreu ocupação romana até ao séc. IV, tornando-se uma importante influência comercial ao estabelecer duas importantes vias: uma terrestre até Lisboa (Olisipo) e outra fluvial ao longo do Rio Tejo.

Passou depois pelo domínio Islâmico, tendo-lhe, mais tarde, sido concedido Foral pelo rei D. Sancho I, ficando assim dividida em duas povoações: «Vila Franca», área situada junto ao rio, mais cosmopolita e o ponto de encontro de pessoas e mercadorias e «Xira», na encosta, zona propícia à agricultura e de uma vegetação natural deslumbrante.

Já nos séculos XV e XVI, o Rio Tejo foi o ponto de partida da armada para Ceuta e também para a dobragem do Cabo das Tormentas por Bartolomeu Dias, tornando-se fulcral na época dos Descobrimentos.

No séc. XIX, através das Linhas de Torres, serviu o país como ponto de defesa face às invasões francesas. Foi palco da Vilafrancada, acontecimento que pretendia reinstaurar o Absolutismo em Portugal. Aqui se confrontaram irmãos e ideais, vencendo o Liberalismo.

Com a inauguração da Ponte de Vila Franca de Xira, em 1951, e da Auto-Estrada até Lisboa dá-se início a uma nova era de desenvolvimento na região e de abertura ao país. A 28 de Junho de 1984, a Vila passa então a Cidade.
 
A população total do Concelho de Vila Franca em 1864, aquando da realização dos primeiros censos oficiais, era de 13 622 pessoas, valor que em 1900 passou para 15 766 habitantes. É entre 1900 e 1920 que se registam as alterações mais significativas, com o Concelho a registar 21 349 habitantes, (nos primeiros vinte anos do século XX a população aumentou 35%). Os números dos últimos quarenta anos falam por si: se em 1960 o Concelho tinha 40 594 habitantes, os censos de 1991 contaram 103 571 residentes. Para este aumento contribuiu significativamente a década de setenta, em que a população cresceu mais de 60%.
 
As populações, que povoam hoje o concelho de Vila Franca de Xira, têm as mais diversas origens, resultante dos primeiros pescadores migrantes que remontam ao século XIX, ou mesmo anteriormente. Estes pescadores, oriundos de Ovar, procuravam uma melhor faina, ficando conhecidos por varinos. Passando da faina para a actividade comercial, estes varinos acabam por se misturar com a população vila-franquense, da qual fazem actualmente parte integrante. A partir de meados do século XX, chegaram outros pescadores provenientes da praia de Vieira de Leiria, conhecidos por avieiros, instalaram-se na paisagem ribeirinha da Póvoa de Santa Iria, Alhandra e Vila Franca. Relativamente aos migrantes resultantes do desenvolvimento industrial, eles vieram um pouco de todo o país, destacando o Alto Ribatejo, Alentejo e Beiras. A estes novos operários, viriam juntar-se, mais recentemente, os trabalhadores de serviços e jovens oriundos da capital. É também de acrescentar os emigrantes oriundos das ex-colónias portuguesas e os emigrantes de outros países com grande evidência para os países de leste.
 
 


Logótipo do Agrupamento